Das experiências que presencie
sobre os debates de opiniões e discussões sobre algum tema, pude perceber que quase nada se ganha com
tais momentos se não esta reflexão. O que restava naqueles momentos era buscar
ouvir! Parece que com o tempo o que importa mesmo é escutar os sons que saem de
nossas bocas; esses são mais graciosos e nutritivos para o ego. Temos que combater esta crença.
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E aceitando o próximo da forma
como se encontra, tenderemos a nos integrarmos a uma quantidade maior de indivíduos,
pois não estando ouvindo ou nutrindo o ego que nos aliena, este movimento flui.
Estas palavras não são para um alguém. São para mim mesmo! O primeiro que tem
que cumprir com elas. Não me coloco como um mestre que
sabe sobre a sabedoria. Não estou ensinando. Estou escrevendo para aprender. Escreve-se
para si. Quando um dia lerem o que escreves, é porque tinha de ser lido; uma
das leis indiana sobre a vida.
E neste processo de tolerância
para com as pessoas; parte nossas de um único quebra-cabeça, o passo primeiro e
perene é entender-se; ouvir o que você tem para dizer para você mesmo. Se nem
paramos para nos escutar, não teremos jeito sublime em tratar nossos
semelhantes.
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